Numa nota oficial, que o Portal Ponto de Situação teve acesso, a instituição refere que, em consequência da suspensão da relação jurídico-laboral durante o período de greve, torna-se necessário assegurar o registo administrativo das ausências, com vista ao controlo da assiduidade e ao correspondente processamento salarial.
O documento salienta igualmente que, apesar dos avanços registados e dos compromissos assumidos entre as partes, verificou-se a adesão de professores à paralisação, situação que, segundo o Ministério, provoca constrangimentos ao normal decurso do ano lectivo, iniciado a 1 de Setembro.
Por sua vez, o Conselho Nacional do SINPROF, reunido a 4 de Setembro de 2026 para avaliar o grau de cumprimento do acordo celebrado com o Executivo a 8 de Janeiro do corrente ano, concluiu que o Ministério da Educação violou uma parte substancial dos compromissos assumidos, decisão que motivou a convocação da greve.



































