A informação foi avançada, no Huambo, pelo director-geral da Agência Nacional de Acção ContraMinas (ANAM).
Segundo o responsável, a existência destas áreas continua a constituir um obstáculo à circulação segura das populações e ao aproveitamento de terrenos para actividades agrícolas e outros projectos de desenvolvimento.
As províncias do leste e centro do país concentram uma parte significativa das zonas afectadas, devido ao impacto dos conflitos armados que deixaram minas e outros engenhos explosivos em diferentes regiões.
A ANAM mantém os trabalhos de identificação, sinalização e desminagem das áreas contaminadas, com o objectivo de reduzir os riscos para as comunidades e permitir a utilização segura dos terrenos.



































