Segundo as informações avançadas pelas autoridades, a arma estaria a ser comercializada ilegalmente por cerca de 100 mil kwanzas, situação que levou à abertura de cuidados para determinar a sua proveniência e apurar como chegou às mãos do detido.
As autoridades procuram agora esclarecer de onde veio a arma e se a mesma terá sido retirada ou comercializada por alguma empresa de segurança, as diligências em curso deverão igualmente permitir identificar outros eventuais envolvidos na circulação do armamento.
William José, segundo as autoridades, já esteve detido cerca de seis meses por envolvimento em crimes de roubo de diversos bens, em duas ocasiões.
Em declarações durante a apresentação do caso, o suspeito terá alegado que recebeu a arma apenas na manhã do dia em que foi detido, afirmando que, poucas horas depois, acabou por ser interceptado pelas autoridades.
O caso permanece sob investigação, enquanto prosseguem as investigações destinadas a esclarecer a origem da arma e as circunstâncias que envolveram a sua posse e eventual comercialização.



































