A informação foi avançada pela chefe do Departamento de Saúde Pública, Teresa Joaquim, que garantiu estarem criadas, na província, condições mínimas para o tratamento e acompanhamento dos casos confirmados, bem como para a vigilância das situações consideradas suspeitas.
A confirmação dos dois casos coloca o Cuanza-Sul perante uma nova realidade epidemiológica, exigindo o reforço das medidas de vigilância, identificação precoce e acompanhamento das pessoas que tenham estado em contacto com os casos positivos.
Os três casos suspeitos permanecem sob observação das autoridades sanitárias, enquanto decorrem os procedimentos necessários para determinar se existe ou não infecção pelo vírus.
A Mpox é uma doença infecciosa que pode ser transmitida através do contacto próximo com uma pessoa infectada, sobretudo pelo contacto directo com lesões, fluidos corporais ou materiais contaminados. Entre os sinais mais frequentes estão erupções ou lesões na pele, febre, dores musculares, dor de cabeça, cansaço e aumento dos gânglios linfáticos.
Perante o surgimento dos primeiros casos confirmados, as autoridades de saúde do Cuanza-Sul deverão manter uma vigilância reforçada, sobretudo na identificação de novos casos e no acompanhamento dos contactos, de modo a reduzir o risco de transmissão comunitária.
A entrada do Cuanza-Sul na lista de províncias com casos positivos reforça a dimensão nacional do desafio colocado pela Mpox e a necessidade de manter activas as medidas de prevenção e sensibilização junto das comunidades.
As autoridades sanitárias apelam à população para evitar o contacto físico próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas e procurar uma unidade sanitária perante o aparecimento de sintomas compatíveis com a doença.
A confirmação dos primeiros dois casos no Cuanza-Sul representa, assim, um novo ponto de atenção para a saúde pública provincial, numa altura em que Angola continua a acompanhar a evolução da Mpox no território nacional.



































