De acordo com a actualização das autoridades sanitárias, o aumento verificado nesta quarta-feira, 23, resulta da confirmação de novos casos, elevando o número de pessoas que permanecem sob acompanhamento devido à infecção pelo vírus da Mpox.
O crescimento dos casos activos coloca novamente a doença entre as preocupações das autoridades de saúde pública, sobretudo pela possibilidade de transmissão através do contacto próximo com pessoas infectadas. A situação exige atenção redobrada por parte das famílias e das comunidades, particularmente perante o aparecimento de sinais compatíveis com a doença.
As autoridades sanitárias têm reforçado a importância da identificação precoce dos casos e do acompanhamento dos contactos, como parte das estratégias destinadas a limitar a circulação do vírus e evitar o surgimento de cadeias de transmissão.
Entre os principais sinais associados à Mpox estão as erupções ou lesões na pele, que podem surgir acompanhadas de febre, dores musculares, dores de cabeça, cansaço e aumento dos gânglios linfáticos. A manifestação dos sintomas pode variar de pessoa para pessoa, sendo recomendada a procura de assistência médica perante sinais suspeitos.
O novo balanço do MINSA surge num contexto em que Angola mantém activa a vigilância sobre a evolução epidemiológica da doença. O aumento para 107 casos activos torna igualmente necessária a continuidade das acções de sensibilização, sobretudo nas zonas onde tenham sido identificados casos.
As autoridades recomendam à população o cumprimento das orientações de prevenção, evitando o contacto físico próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas e procurando imediatamente uma unidade sanitária em caso de sintomas compatíveis.
Com os 19 novos registos, a evolução da Mpox volta a exigir atenção das estruturas de saúde e da população, numa resposta que depende tanto da capacidade de vigilância das autoridades como da colaboração das comunidades na identificação e comunicação atempada de possíveis casos.



































