Divulgado na quarta-feira, 01, o documento destaca que os benefícios da Inteligência Artificial estão concentrados em poucas nações e empresas, enquanto grande parte dos países do Sul Global continua com acesso limitado à tecnologia, infra-estruturas e recursos necessários para acompanhar esta transformação digital.
Segundo a análise, o atraso na adopção de soluções baseadas em IA poderá aumentar as disparidades económicas, tecnológicas e sociais, comprometendo o desenvolvimento sustentável de vários países.
O relatório defende que os Estados-membros das Nações Unidas promovam políticas que garantam um acesso mais equitativo à Inteligência Artificial, reforcem a cooperação internacional e incentivem o investimento em educação, investigação e infra-estruturas digitais.
Os especialistas sublinham ainda que a governação da IA deve assegurar transparência, responsabilidade e respeito pelos direitos humanos, de modo a reduzir riscos e permitir que os avanços tecnológicos contribuam para o desenvolvimento económico e social de forma equilibrada em todas as regiões do mundo.



































