O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) acusa Pavel Durov de não remover conteúdos alegadamente utilizados por serviços secretos ucranianos e grupos extremistas para planear actos de sabotagem, terrorismo e fraudes cibernéticas no país.
Após o anúncio, a conta oficial do Telegram na rede social X publicou uma imagem de Durov sem comentar as acusações. O empresário também não reagiu à decisão.
Fundado em 2013, o Telegram conta com mais de mil milhões de utilizadores e continua a ser uma das principais plataformas de comunicação no contexto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O paradeiro actual de Pavel Durov é desconhecido.



































