Para o economista Eduardo Manuel, a iniciativa poderá beneficiar tanto as famílias como os agentes económicos, ao reduzir o tempo de espera para o acesso às divisas.
Com a possibilidade de recorrer ao Yuan em determinadas operações, os utilizadores deixam de depender exclusivamente do dólar norte-americano, tornando as transacções mais céleres.
O especialista considera ainda que a medida representa um passo importante para a diversificação das moedas utilizadas no sistema financeiro angolano, contribuindo para diminuir a exposição às oscilações do dólar e reforçar a resiliência das reservas internacionais.
Além de facilitar as operações comerciais com parceiros internacionais, sobretudo com a China, a inclusão do Yuan nas reservas obrigatórias poderá reduzir os riscos cambiais e aumentar a flexibilidade do sistema financeiro, consolidando a estratégia do BNA de modernizar o mercado de câmbio e promover maior estabilidade económica.



































