Sílvia Lutucuta, durante a cerimónia de outorga de diplomas, realizada nas instalações da Academia BAI, em Luanda.
Dos gestores diplomados, 284 correspondem às edições abrangidas pelo balanço apresentado, enquanto os restantes 32 pertencem à primeira edição do programa. Entre os beneficiários estão directores nacionais, provinciais e municipais da Saúde, responsáveis hospitalares e gestores de unidades de cuidados primários.
Entretanto, o Ministério da Saúde iniciou, a 24 de Outubro, uma nova edição do programa, destinada a 250 gestores provenientes de diferentes províncias, numa iniciativa que pretende expandir a formação a todo o território nacional.
Na ocasião, Carlos Alberto Pinto de Sousa defendeu a necessidade de avaliar o impacto da formação no funcionamento das unidades sanitárias, para assegurar que os conhecimentos adquiridos se traduzam em melhorias concretas na prestação dos serviços de saúde.
Por sua vez, a presidente do Conselho de Administração da Academia BAI, Noelma Viegas D’Abreu, considerou que os resultados da formação devem ser medidos pelas mudanças efectivas nas instituições, através de melhores decisões, maior eficiência na gestão dos recursos públicos e melhoria da qualidade e humanização dos cuidados de saúde.



































