MPLA REAFIRMA COMPROMISSO COM POLÍTICAS PÚBLICAS PARA REDUÇÃO DA POBREZA E DO DESEMPREGO
O Bureau Político do MPLA reafirmou, este sábado, 4 de Abril, o seu compromisso com a implementação de políticas públicas orientadas para a redução da pobreza, do desemprego e das desigualdades sociais.
Numa altura em que o país assinala o dia da Paz e da Reconciliação Nacional, o MPLA garante estar empenhado no cumprimento do Programa de Governo 2022–2027, centrado no crescimento económico sustentável, inclusivo e gerador de oportunidades para todos os angolanos.
O Bureau Político apela à juventude para que assuma, com responsabilidade e patriotismo, o seu papel na construção nacional, por via do estudo, do trabalho, da inovação e do empreendedorismo.
Dirige, igualmente, uma palavra de reconhecimento à mulher angolana, destacando o seu contributo essencial para a coesão social e o desenvolvimento do país.
“O povo angolano assinala, com orgulho e elevado espírito patriótico, o 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, uma das datas mais marcantes da história contemporânea de Angola”, lê-se na declaração, que apela à sociedade angolana para a preservação e consolidação deste feito, bem como para a manutenção da unidade, com vista à construção de um país mais justo e inclusivo.
O Bureau Político do MPLA convida ainda os angolanos a reflectirem sobre o percurso trilhado pelo país desde a conquista da independência.
Sobre a importância do 4 de Abril de 2002, o MPLA sublinha que a data permitiu a consagração da reconciliação, do diálogo e da esperança entre irmãos outrora desavindos.
“O entendimento alcançado neste dia constitui um património histórico da Nação, que deve ser preservado e transmitido às novas gerações como um legado de responsabilidade, tolerância e patriotismo”, refere o documento que o Portal Ponto de Situação teve acesso.
Importa recordar que, com a morte de Jonas Savimbi, em combate, a 22 de Fevereiro de 2002, foram dados passos decisivos nas semanas subsequentes. Um cessar-fogo entrou em vigor à meia-noite de 13 de Março do mesmo ano.
O plano então delineado contemplou a desmilitarização da UNITA e a sua transformação num partido político legal, a aprovação de uma amnistia geral com vista à reconciliação nacional, a reposição da administração do Estado em todo o território, bem como a promoção da tolerância e do perdão entre os angolanos.
As partes beligerantes assinaram o Memorando de Entendimento a 30 de Março de 2002, no Luena, província do Moxico, entre as chefias militares. Destacaram-se, nesse processo, o general Nunda, em representação do Governo, e o general Abreu “Kamorteiro”, pela UNITA.
Dias depois, foi assinado o Memorando Complementar ao Protocolo de Lusaka. A cerimónia teve lugar, em Luanda, a 4 de Abril de 2002, com a assinatura do general Armando da Cruz Neto, então chefe do Estado-Maior das FAA, e o general Abreu “Kamorteiro”, chefe do Estado-Maior da UNITA.
O acto central do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional decorre sob o lema: “Pelo Desenvolvimento Económico e Bem-Estar dos Angolanos, Juntos de Mãos Dadas”.
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