BANCOS REFORÇAM APOIO AO SECTOR AGRÍCOLA NO PERÍMETRO IRRIGADO DO CAXITO
Os agricultores do Perímetro Irrigado do Caxito poderão beneficiar de maior acesso ao financiamento bancário para impulsionar a produção agrícola.
Várias instituições financeiras manifestaram disponibilidade para apoiar projectos do sector, numa altura em que os produtores procuram aumentar a produtividade e modernizar as suas explorações.
Entre os bancos disponíveis para financiar os produtores destaca-se o Banco Sol. O gerente da instituição, José Piliganga, explicou que o banco dispõe de programas de crédito especificamente concebidos para apoiar camponeses e empresários agrícolas, abrangendo tanto clientes particulares como empresas.
Também o Banco Angolano de Investimentos (BAI) reafirmou o seu compromisso com o sector produtivo. O director regional, Zico Quarta, defendeu que o desenvolvimento económico sustentável depende de uma maior aproximação entre o sistema financeiro e os produtores.
Segundo o responsável, os agricultores necessitam não apenas de recursos financeiros, mas também de parceiros que compreendam os ciclos de produção, os riscos inerentes à actividade agrícola e os desafios da gestão de tesouraria.
Por sua vez, o Banco de Poupança e Crédito (BPC) assegurou que dispõe de linhas de financiamento destinadas ao sector real da economia. A instituição encoraja a submissão de propostas por parte dos produtores e empresários interessados em beneficiar dos mecanismos de crédito existentes.
Já o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) mantém a agricultura entre as suas principais prioridades para os próximos anos. A estratégia da instituição para o período 2026-2027 está alinhada com as cadeias de valor definidas pelo Executivo, com especial enfoque na agricultura, agro-indústria e serviços logísticos.
A manifestação de interesse das instituições financeiras surge numa fase em que os produtores do Perímetro Irrigado do Caxito procuram aumentar os níveis de produção e modernizar as suas explorações, contribuindo para o fortalecimento da economia local e para a redução da dependência das importações de produtos alimentares.






































