EXECUTIVO DEFENDE INDÚSTRIA MINEIRA FORTE E SUSTENTÁVEL COMO RESPONSABILIDADE COLECTIVA
O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, defendeu, no Lubango, a necessidade de se consolidar uma indústria mineira forte, competitiva e sustentável, sublinhando que o seu desenvolvimento deve ser encarado como uma responsabilidade colectiva e um pilar essencial da economia nacional.
A posição foi manifestada esta terça-feira, 21, durante uma reunião com operadores do sector de rochas ornamentais, no âmbito das Jornadas Técnicas e Científicas alusivas ao Dia do Trabalhador Mineiro Angolano, segundo uma nota do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET).
Diamantino Azevedo destacou que o sector mineiro deve continuar a afirmar-se como um dos pilares estruturantes da economia de Angola, apelando ao reforço da organização, competitividade e sustentabilidade das actividades mineiras.
No encontro, o governador da Huíla considerou o evento de grande relevância para a dinamização do sector na província, tendo, por outro lado, alertado para os impactos negativos do garimpo ilegal de ouro em zonas como Humpopo, no município do Dongo, situação que compromete a arrecadação de receitas e o desenvolvimento sustentável.
Foram igualmente abordados temas como o Cadastro Mineiro Digital de Angola (CMA), apontado como instrumento para facilitar a interacção entre o Estado e os investidores, bem como a criação do Polo de Desenvolvimento de Rochas Ornamentais no Namibe.
Esta iniciativa é vista como estratégica para o aumento das exportações com maior valor acrescentado, a geração de receitas fiscais e a criação de mais postos de trabalho.
A reunião contou ainda com a presença do secretário de Estado para a Energia, Arlindo Carlos, representantes da APEPA, dos Caminhos de Ferro de Moçâmedes, do Porto do Namibe e do Ministério das Finanças.
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