FILDA 2026: FALTAM SETE DIAS PARA O ARRANQUE DA MAIOR MONTRA DE NEGÓCIOS DE ANGOLA

Há sete dias da abertura da 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), a organização entra na recta final dos preparativos para aquele que é considerado o maior evento económico e empresarial do país.

Imagem: FILDA

Sob o lema "Produzir e Inovar Localmente, Vencer Globalmente", a edição de 2026 pretende afirmar Angola como um destino de investimento, inovação e oportunidades de negócio.

Equipas técnicas, organizadores e expositores nacionais e internacionais intensificam os últimos preparativos para garantir o sucesso da feira, cuja abertura está marcada para o dia 21 de Julho, na Zona Económica Especial (ZEE), em Luanda.

A expectativa é de uma edição marcada pelo reforço da participação empresarial, pela promoção da produção nacional e pela atracção de investimento privado.

Ao longo dos últimos meses, foram definidas as linhas mestras para a realização do certame, com destaque para a organização logística, a mobilização de empresas nacionais e estrangeiras e a promoção internacional da FILDA. Cada etapa foi concebida para consolidar o evento como uma plataforma privilegiada de negócios e cooperação económica.

Com mais de quatro décadas de existência, a Feira Internacional de Luanda acompanha a evolução do tecido empresarial angolano, afirmando-se como um espaço de encontro entre empresas, investidores, instituições financeiras e decisores políticos.

Ao longo da sua história, a FILDA tornou-se um importante palco para o estabelecimento de parcerias, lançamento de produtos, transferência de tecnologia e captação de investimento.

Nesta 41.ª edição, a organização pretende elevar o certame a novos níveis de excelência, oferecendo uma plataforma moderna, inclusiva e orientada para resultados. O objectivo passa por criar um ambiente favorável à geração de negócios, ao fortalecimento das relações empresariais e à valorização da produção nacional.

O lema "Produzir e Inovar Localmente, Vencer Globalmente" traduz a visão de uma economia angolana mais produtiva, diversificada e competitiva, capaz de conquistar novos mercados através da inovação, da industrialização e da valorização dos recursos nacionais.

A secretária de estado para o Comercio e serviços, Augusta Fortes, constatou nesta segunda-feira, e mostrou-se satisfeita com os avanços dos trabalhos de preparação do evento que volta a reunir empresários, investidores e expositores.

Segundo o ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns, na sua mensagem oficial, a FILDA representa hoje um dos maiores símbolos da dinâmica económica do país.

O governante considerou que a feira reforça o compromisso de Angola com a diversificação da economia, a internacionalização das empresas e a criação de um ambiente de negócios cada vez mais atractivo para investidores nacionais e estrangeiros.

O ministro sublinhou ainda que Angola continua a afirmar-se como uma das economias com maior potencial de crescimento em África, sustentada pela riqueza dos seus recursos naturais, pela localização estratégica e por uma população maioritariamente jovem.

Acrescentou também que, sectores como a agricultura, indústria transformadora, mineração, energia e serviços desempenham um papel decisivo na estratégia nacional de desenvolvimento sustentável.

Paralelamente, o Executivo continua a apostar na modernização das infra-estruturas, na qualificação do capital humano e na inovação tecnológica como pilares essenciais para o crescimento económico de longo prazo, consolidando Angola como um parceiro estratégico na região africana.

Mais do que uma feira comercial, a FILDA assume-se como uma plataforma de promoção da produção nacional, da inovação, da cultura empresarial e da cooperação internacional, contribuindo para uma economia mais resiliente, competitiva e inclusiva.

A organização convida empresas, investidores, parceiros institucionais e o público em geral a participarem naquela que promete ser uma das maiores edições da história da Feira Internacional de Luanda, reafirmando o papel da FILDA como motor da diversificação económica e da promoção de Angola no panorama empresarial internacional.