ANGOLA ESCOLHIDA PARA ACOLHER O GISS 2027 DA AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL
Angola vai ser anfitrião do VI Simpósio Global de Apoio à Implementação (GISS 2027), promovido pela Organização da Aviação Civil Internacional, numa decisão anunciada durante o encerramento da edição de 2026, realizada em Marraquexe, Reino de Marrocos.
A escolha de Angola representa um marco histórico para o sector da aviação civil nacional e foi comunicada no final do GISS 2026, que decorreu entre os dias 14 e 16 de Abril.
A delegação angolana foi chefiada pelo ministro dos Transportes, Ricardo Viegas d’Abreu, que participou activamente nas sessões plenárias, painéis temáticos e encontros de alto nível.
A comitiva integrou também a presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Amélia Domingues Kuvíngua, entre outros responsáveis do sector, tendo contribuído para o debate sobre os desafios e oportunidades da aviação civil a nível global.
Na ocasião da aceitação, o ministro manifestou profunda gratidão pela confiança depositada em Angola, afirmando que o país recebe a responsabilidade com orgulho e sentido de compromisso.
Ricardo Viegas d’Abreu destacou, esta nomeação reflecte o reconhecimento do papel crescente de Angola na aviação civil internacional, bem como o empenho do Executivo na promoção da segurança, eficiência, conectividade e inovação no sector.
O ministro assegurou ainda que o Governo vai garantir a realização do GISS Luanda 2027 de acordo com os mais elevados padrões internacionais, com foco na excelência organizativa, hospitalidade e execução.
O governante aproveitou o momento para realçar os atributos culturais e humanos do país, convidando os participantes a conhecerem a energia, a diversidade e o espírito acolhedor do povo angolano.
Sublinhou igualmente que o evento será uma montra da transformação e ambição da aviação civil em Angola, alinhada com os objectivos de desenvolvimento sustentável e integração regional.
Por fim, referiu que a decisão da ICAO de realizar o simpósio em países africanos consecutivamente demonstra o compromisso com o princípio de que “nenhum país deve ficar para trás”, reforçando África como um actor cada vez mais relevante no panorama da aviação mundial.





































