SADC REFORÇA ESTRATÉGIAS DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO TRANSNACIONAL
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) participa, desde Domingo, na 31.ª Assembleia-Geral Anual da Organização de Cooperação Regional dos Chefes de Polícia da África Austral (SARPCCO), um encontro que decorre até ao dia 12 deste mês, na cidade de Lilongwe, capital do Malawi, para reforçar a cooperação regional em matéria de segurança e intensificar o combate ao crime organizado transnacional.
A reunião junta comandantes-gerais e representantes das forças policiais dos Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), num momento em que a região enfrenta desafios crescentes relacionados com a criminalidade transfronteiriça e os fenómenos criminais emergentes.
Entre os principais pontos da agenda constam a análise e definição de estratégias para prevenir e combater crimes como o cibercrime, o crime financeiro, o tráfico de seres humanos, o contrabando de migrantes, o tráfico ilícito de drogas, a proliferação de armas ligeiras e de pequeno porte, o furto e roubo de viaturas, o terrorismo e outras manifestações do crime organizado que afectam a estabilidade e a segurança dos países da região.
Antes da sessão principal da Assembleia-Geral, realizam-se encontros técnicos preparatórios, incluindo a Reunião dos Directores dos Centros dos Escritórios Nacionais da Interpol (NBC) e a Reunião dos Órgãos Técnicos da SARPCCO.
Estas sessões têm como objectivo harmonizar posições entre os Estados-membros, avaliar os mecanismos de cooperação existentes e definir respostas conjuntas mais eficazes face às novas ameaças à segurança regional.
A participação do SIC neste fórum evidencia o compromisso de Angola com os esforços colectivos da SADC na promoção da paz, da segurança e da estabilidade regional, através do reforço da partilha de informações, da coordenação operacional e do desenvolvimento de capacidades institucionais para o enfrentamento da criminalidade organizada.
A 31.ª Assembleia-Geral Anual da SARPCCO decorre num contexto em que a cooperação internacional é considerada um instrumento fundamental para travar redes criminosas que actuam para além das fronteiras nacionais, exigindo respostas integradas e coordenadas entre os serviços de aplicação da lei dos países da África Austral.





































