PRESIDENCIAIS EM PORTUGAL: SEGUNDA VOLTA ACONTECE ENTRE ANTÓNIO JOSÉ SEGURO E ANDRÉ VENTURA
Com 31% dos votos, António José Seguro, apoiado pelo Partido Socialista (PS), obteve o primeiro lugar na primeira volta das eleições presidenciais em Portugal, com André Ventura, líder do partido Chega, alcançar o segundo lugar com 23,5% da confiança dos eleitores.
Com 31% dos votos, António José Seguro, apoiado pelo Partido Socialista (PS), obteve o primeiro lugar na primeira volta das eleições presidenciais em Portugal, com André Ventura, líder do partido Chega, alcançar o segundo lugar com 23,5% da confiança dos eleitores.
O pleito eleitoral realizado este domingo, 18, os resultados não permitiram que os candidatos obtivessem uma maioria que os permitisse ser eleito Presidente da República deste país Europeu, ainda nesta primeira volta.
Marcada para 8 de Fevereiro, mais de 11 milhões de portugueses vão acorrer as urnas, para a escolha de António José Seguro ou André Ventura, para substituir do cargo Marcelo Ribeiro de Sousa.
VENCEU A DEMOCRACIA
Os candidatos acreditam que este passo alcançado, quem sai a vencer e democracia interna e ambos, estão convictos que vai piscar os olhos do eleitorado, até dos mais indecisos para a conquista da meta.
Em reação, após merecer a confiança de 31% dos português, António José Seguro disse ser um político livre, que vive sem amarras e diante deste exercício dos eleitores, considera que venceu a democracia.
António Seguro acredita que vai voltar a merecer a confiança dos portugueses para o alcance do objectivo principal: alcançar o palácio de belém.
"Estou pronto para ser o Presidente dos novos tempos. É o momento de derrotarmos o medo e erguermos a esperança", avançou o político.Já André Ventura, com convicção acredita que vai merecer a confiança dos eleitores, inclusive daqueles que anteriormente votaram no seu principal adversário político, António Seguro.
"Conseguimos derrotar o candidato do Governo e do montenegrismo; o candidato que se dizia liberal, mas tinha estado na agenda globalista, woke, e contra Portugal; e fizemos campanha sem picardia pessoal, sem ofensa", afirmou.





































