QUATRO DETIDOS NO HOJI-YA-HENDA POR SUSPEITA DE ASSASSINATO COM CATANA
Quatro cidadãos nacionais, com idades entre os 18 e os 35 anos, foram detidos, suspeitos de terem atacado um homem de 35 anos, durante uma tentativa de assalto em que no qual o jovem morreu depois de ser atingido com uma catana na região craniofacial.
Os dois cidadãos, foram detidos pelo Departamento Municipal do Hoji-Ya-Henda, em Luanda, por suspeita de envolvimento nos crimes de associação criminosa e homicídio qualificado em razão dos meios.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de Agosto de 2026, por volta das 02h00 da manhã no bairro dos Ossos, quando a vítima, identificada como Catunga André Moreira Quizumbi, se encontrava sentado na via pública, junto à sua residência.
Segundo as autoridades, o grupo terá surpreendido a vítima com a intenção de subtrair os seus pertences. Ao tentar reagir ao assalto, Catunga André Moreira Quizumbi terá sido violentamente atacado com uma catana, sofrendo vários golpes na região craniofacial.
Apesar de ter recebido socorro e sido encaminhado para uma unidade sanitária, a vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos e acabou por morrer.
Investigação aponta para actuação conjunta
A detenção dos quatro suspeitos surge no âmbito das diligências realizadas pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias do homicídio e determinar o grau de participação de cada um dos envolvidos.
A imputação do crime de associação criminosa indica que a investigação procura igualmente apurar a eventual existência de uma actuação concertada entre os suspeitos, para além da participação concreta no ataque que resultou na morte da vítima.
O caso volta a colocar em evidência os riscos associados aos assaltos praticados na via pública, particularmente durante a madrugada, e o recurso a armas brancas em crimes de natureza violenta.
Prisão preventiva decretada
Depois de concluída a fase inicial das diligências, os quatro suspeitos foram apresentados ao Ministério Público e, posteriormente, ao Juiz de Garantias.
Na sequência da apreciação judicial, foi aplicada aos arguidos a medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva, enquanto prosseguem os procedimentos judiciais destinados ao esclarecimento integral dos factos.
As suspeitas apresentadas pelas autoridades deverão agora ser apreciadas no âmbito do processo judicial, mantendo-se os arguidos sujeitos ao princípio da presunção de inocência até decisão definitiva.





































