“RESISTENTES” RECUPERA HISTÓRIAS DE QUEM NÃO PODIA FICAR EM CASA
Há histórias que não nascem da escolha de sair, mas da impossibilidade de permanecer indiferente. É a partir dessa condição humana que Marcolino Baptista constrói “Resistentes — Os Que Não Podiam Ficar em Casa”, obra que recupera experiências de homens e mulheres confrontados com circunstâncias que os obrigaram a tomar posição perante a vida e a realidade à sua volta.
“Resistentes — Os Que Não Podiam Ficar em Casa”, da autoria de Marcolino Baptista, foi apresentado na quinta-feira, 3 de Setembro, em Luanda, numa sessão que reuniu escritores, magistrados e convidados.
A obra, apresentada no Auditório da União dos Escritores Angolanos (UEA), aborda histórias de homens e mulheres confrontados com circunstâncias que os levaram a assumir posições e responsabilidades perante a realidade envolvente.
O livro foi apresentado pelo magistrado do Ministério Público António M. José Francisco, que fez o enquadramento inicial da obra.
Jurista, mestre em Criminalística e magistrado do Ministério Público do Foro Militar, Marcolino Baptista explicou que a obra nasceu da vontade de transformar em escrita experiências e sentimentos que considera relevantes para a sociedade.
“Sinto-me realizado por trazer aos leitores verdades sentimentais expressas nas letras e que poderão ajudar a sociedade. Quando olhamos para o contributo para a sociedade, podemos dizer que valeu a pena escrever”, afirmou.
A sessão incluiu ainda um momento de perguntas e respostas, permitindo ao público dialogar com o autor sobre a obra e as suas personagens.

“Resistentes — Os Que Não Podiam Ficar em Casa” propõe, assim, uma reflexão sobre pessoas que, perante determinadas circunstâncias, foram obrigadas a deixar a condição de espectadoras e a assumir decisões.




































