RONALDO FENÓMENO ELEGE MESSI COMO O MAIOR DE SEMPRE DEPOIS DE PELÉ

O antigo internacional brasileiro Ronaldo Nazário ‘Fenómeno’ voltou a alimentar o debate sobre o melhor futebolista de todos os tempos ao eleger Pelé como o número um da história, colocando Lionel Messi e Diego Maradona empatados na segunda posição.

Imagem: UOL

Conhecido como "Fenómeno", Ronaldo foi perentório ao afirmar que a liderança de Pelé é indiscutível e que o antigo camisola 10 da selecção brasileira permanece como a maior referência da história do futebol.

"Pelé é o número um", tem repetido Ronaldo em diversas entrevistas, defendendo que o tricampeão mundial reúne um conjunto de feitos que o colocam acima de qualquer outro jogador.

Na sua classificação, Lionel Messi e Diego Maradona dividem o segundo lugar, numa demonstração do reconhecimento do antigo avançado pelo impacto que ambos tiveram no futebol mundial.

As declarações ganharam grande repercussão internacional, sobretudo por deixarem Cristiano Ronaldo fora do pódio. Apesar disso, o capitão da selecção portuguesa integra o grupo dos maiores futebolistas da história na avaliação do antigo internacional brasileiro.

Sem estabelecer uma ordem definitiva entre a quarta e a décima posição, Ronaldo incluiu na sua lista nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial, entre eles Zico, Romário, Marco van Basten, Zinedine Zidane, Luís Figo, Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Rivaldo.

O Top 10 de Ronaldo Fenómeno

  1. Pelé
  2. Lionel Messi (empatado)
  3. Diego Maradona (empatado)
  4. Zico
  5. Romário
  6. Cristiano Ronaldo
  7. Marco van Basten
  8. Zinedine Zidane
  9. Luís Figo
  10. Ronaldinho Gaúcho

Menção honrosa: Neymar e Rivaldo.

As palavras de Ronaldo voltaram a dividir opiniões entre adeptos e especialistas. Enquanto muitos defendem a escolha de Pelé como o maior de todos os tempos, outros consideram que Messi ou Cristiano Ronaldo, pelos números alcançados e pela longevidade das suas carreiras, merecem ocupar o primeiro lugar.

Independentemente das preferências, a lista do "Fenómeno" reforça um debate que continua a atravessar gerações e que dificilmente conhecerá um consenso entre os apaixonados pelo futebol