MAIS DE 50 PROFISSIONAIS ANGOLANOS DE SAÚDE INICIAM MESTRADO NO BRASIL PARA REFORÇAR OS CUIDADOS PRIMÁRIOS
Um total de 54 profissionais angolanos de saúde parte a partir de Agosto deste ano, para o Brasil, onde frequentará o Mestrado Profissional em Saúde da Família (PROFSAÚDE).
A iniciativa enquadra-se na estratégia do Executivo de qualificar os recursos humanos do sector e fortalecer os serviços de Atenção Primária à Saúde em Angola.
A formação será ministrada no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Saúde da Família (PROFSAÚDE), considerado uma das principais referências na capacitação de profissionais para os cuidados primários de saúde no Brasil.
A participação dos 54 quadros angolanos resulta da cooperação técnico-científica entre Angola e instituições brasileiras, visando dotar os profissionais de novas competências para responder aos desafios da saúde pública, com especial enfoque na promoção, prevenção e gestão dos cuidados de saúde junto das comunidades.
O programa permitirá aos mestrandos aprofundar conhecimentos em áreas como medicina familiar, saúde comunitária, vigilância epidemiológica, gestão dos serviços de saúde e desenvolvimento de políticas públicas, contribuindo para a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.
A aposta na formação especializada integra os esforços do Ministério da Saúde para reforçar a capacidade técnica dos profissionais e consolidar a Atenção Primária à Saúde como porta de entrada do Sistema Nacional de Saúde, aproximando os serviços das comunidades e promovendo uma resposta mais eficiente às principais necessidades sanitárias do país.
Espera-se que, após a conclusão do curso, os profissionais regressem a Angola para aplicar os conhecimentos adquiridos, contribuindo para a modernização dos serviços de saúde, a melhoria dos indicadores sanitários e a formação de novos quadros no sector.
A iniciativa representa mais um passo no fortalecimento da cooperação entre Angola e o Brasil no domínio da saúde, evidenciando o compromisso dos dois países com a formação contínua dos profissionais e o desenvolvimento de sistemas de saúde mais resilientes, inclusivos e orientados para as necessidades da população.




































