PFA CELEBRA 30 ANOS A DEFENDER A ECONOMIA NACIONAL COM FIRMEZA E TRANSPARÊNCIA
Três décadas depois da sua criação, a Polícia Fiscal Aduaneira (PFA) reafirma o seu papel como uma das principais guardiãs da economia angolana. Entre desafios cada vez mais complexos, marcados pela sofisticação da criminalidade económico-financeira e pela digitalização das operações comerciais, a instituição celebrou os seus 30 anos de existência com um olhar voltado para a modernização, a eficiência e o reforço da soberania do Estado.
Sob o lema "PFA 30 Anos ao Serviço da Nação com Firmeza e Transparência na Prevenção e no Combate às Infracções Tributárias", o acto central das comemorações decorreu esta sexta-feira, 12, na Unidade Fiscal Aduaneira Marítima, em Luanda.
A cerimónia foi presidida pelo 2.º Comandante-Geral da Polícia Nacional de Angola, Comissário-Chefe Orlando Paulo Jorge Bernardo, em representação do Comissário-Geral Francisco Monteiro Ribas da Silva, e constituiu um momento de homenagem a homens e mulheres que, ao longo dos últimos 30 anos, têm desempenhado uma missão silenciosa, mas decisiva, na defesa dos interesses económicos do país.
No seu discurso, Orlando Bernardo destacou que a Polícia Fiscal Aduaneira tem sido um verdadeiro pilar na protecção das receitas públicas, no combate à fraude tributária e aduaneira e na preservação da integridade das fronteiras económicas nacionais.
Num mundo em permanente transformação, onde o contrabando, a evasão fiscal e os crimes financeiros assumem formas cada vez mais sofisticadas, o responsável defendeu a necessidade de modernizar os processos aduaneiros, reforçar a cooperação entre instituições e apostar fortemente em tecnologias de controlo e análise de risco.

Segundo afirmou, a capacidade de adaptação e inovação será determinante para que a corporação continue a responder com eficácia aos desafios do presente e do futuro, garantindo maior eficiência operacional e fortalecendo a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.
A cerimónia contou ainda com a presença de altas entidades policiais, entre as quais o 2.º Comandante-Geral da PNA, Comissário-Chefe Domingos Ferreira de Andrade, os Comissários-Gerais reformados José Alfredo Ekuikui e Ambrósio de Lemos Freire dos Santos, membros do Conselho Superior de Polícia, efectivos da corporação e diversos convidados.
Mais do que assinalar uma data histórica, os 30 anos da Polícia Fiscal Aduaneira simbolizam a perseverança de uma instituição que evoluiu ao ritmo das exigências do país e que continua a afirmar-se como uma linha de defesa estratégica da economia nacional.
Num contexto em que a transparência, o rigor e a inovação se tornam imperativos, a PFA renova o compromisso de continuar ao serviço da Nação, protegendo os recursos do Estado e contribuindo para a construção de uma Angola mais segura, forte e próspera.





































