MINISTÉRIO DAS FINANÇAS MODERNIZA SIGFE COM NOVA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA A PARTIR DE AGOSTO

O Ministério das Finanças anunciou que o Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE) passará a operar, a partir de 8 de Agosto de 2026, numa nova infraestrutura tecnológica, no âmbito da estratégia de modernização das Finanças Públicas.

Imagem: Expanção

A migração do SIGFE para uma nova infraestrutura tecnológica representa mais uma etapa do processo de transformação digital da administração financeira do Estado, procurando tornar a gestão dos recursos públicos mais segura, eficiente e preparada para responder às exigências actuais da administração pública.

Segundo o Ministério das Finanças, a intervenção incidirá essencialmente sobre a modernização da infraestrutura tecnológica, da arquitectura aplicacional e dos mecanismos de segurança que suportam o funcionamento do sistema, permitindo elevar os níveis de protecção da informação, aumentar a estabilidade operacional e criar melhores condições para futuras evoluções tecnológicas.

Apesar da actualização, o Executivo esclarece que não haverá alterações significativas na estrutura funcional do SIGFE. Os procedimentos operacionais, a lógica de navegação, as funcionalidades e a experiência de utilização permanecerão inalterados, garantindo a continuidade das operações sem necessidade de adaptação por parte dos utilizadores.

Actualmente, o SIGFE é utilizado por cerca de 150 mil gestores e agentes públicos, constituindo a principal plataforma de suporte à execução orçamental, financeira e contabilística do Estado. A manutenção da interface e das funcionalidades permitirá que as actividades decorram normalmente durante a transição para o novo ambiente tecnológico.

O Ministério das Finanças considera que a modernização do sistema reforçará a capacidade de resposta da plataforma, assegurando maior disponibilidade dos serviços, melhor desempenho das operações e conformidade com os actuais padrões internacionais de segurança informática.

A iniciativa integra a estratégia do Executivo de modernização das Finanças Públicas e de fortalecimento da governação digital, com o objectivo de tornar a administração financeira mais eficiente, transparente e resiliente, através da adopção de soluções tecnológicas capazes de responder às necessidades crescentes da gestão dos recursos do Estado.