CEAST APRESENTA CONCLUSÕES DO CONGRESSO DE RECONCILIAÇÃO E REFORÇA APELO À UNIDADE NACIONAL
A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) tornou públicas, este sábado, vinte e dois de Novembro, as conclusões do Congresso de Reconciliação Nacional, realizado nos dias cinco e seis de Novembro, em Luanda, reafirmando a urgência de resgatar a verdade histórica, sarar feridas colectivas e reconstruir, com espírito de unidade.
Em uma conferência de imprensa, Dom José Manuel Imbamba lançou um apelo aos líderes religiosos, para que não tornem o espaço cristão num centro de campanhas políticas, tal como alerta aos órgãos de comunicação social e à comunidade em geral a serem sentinelas e medidores do compromisso assumido.
Para Dom José Manuel Imbamba, a CEAST surge para criar elo na construção de uma Angola melhor, e dá o primeiro passo de muitos, nesta altercação pela edificação do país.
“O nosso papel é de construir pontes, por tanto, a promoção deste congresso visa exatamente isso, dentro das constatações que nós apresentamos aqui, nós estamos a lançar. A união vai continuar. Este é o primeiro passo que nós estamos a dar, vai surgir um segundo passo, vai surgir um passo em que vamos reunir todos os responsáveis dos partidos políticos inclusive do governo para irmos trabalhando sobre este ponto”, disse.
O líder da CEAST comentou também sobre a necessidade de união para a construção de uma Angola verdadeiramente reconciliada e de uma sociedade regida pela solidariedade, bem como, pelos valores éticos e morais.
Durante o evento, o eclesiástico despertou novamente sobre a união de facto e a divisão de Angola por partidos políticos, e enalteceu a necessidade de se falar mais sobre cidadania.
“É preciso que rompamos primeiro a desconfiança que se criou a volta do congresso, romper primeiro o medo e os receios que isso provocou no seio de muito dos nossos cocidadãos e sobretudo para criarmos esse espírito de querermos falar de Angola, falarmos de cidadania. Nós perdemos muito tempo com os partidos políticos, muito tempo com a militância partidária e falamos pouco de Angola e cidadania”, recomendou.
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