CNJ DESMENTE SUPOSTA ASSEMBLEIA GERAL E DENUNCIA TENTATIVA DE USURPAÇÃO INSTITUCIONAL
O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) repudiou uma alegada convocatória para a realização de uma Assembleia Geral Ordinária, marcada para o próximo dia 15 de Maio, em Luanda, considerando a iniciativa ilegal e desprovida de legitimidade institucional.
Em comunicado tornado público na terça-feira, 13, a direcção do CNJ esclarece que tomou conhecimento da referida convocatória através das redes sociais, sublinhando que a mesma não foi promovida por qualquer órgão reconhecido da organização.
Segundo a Comissão Directiva, a iniciativa estaria a ser conduzida por indivíduos e grupos anteriormente expulsos da instituição, os quais, de acordo com a nota, não possuem vínculo estatutário nem legitimidade para representar o Conselho Nacional de Juventude.
O documento refere ainda que a suposta assembleia, prevista para decorrer numa das unidades hoteleiras, em Luanda, configura uma violação dos estatutos internos da organização, além de representar uma tentativa de usurpação institucional, fraude representativa e promoção deliberada de instabilidade no seio do CNJ.
A direcção da organização alerta que tais actos podem comprometer a imagem, a credibilidade e o normal funcionamento da instituição junto do Estado angolano, parceiros sociais e da sociedade civil.
Face à situação, o CNJ informou que já accionou os mecanismos legais junto das autoridades competentes, visando a responsabilização civil e criminal dos promotores da alegada iniciativa.





































