INE REVELA QUE MAIS DE 13 MILHÕES DE ANGOLANOS ESTÃO NO MERCADO DE TRABALHO

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou recentemente que a taxa de emprego em Angola fixou-se em 63,7%, abrangendo treze milhões, trezentos e sessenta e seis mil e trinta e oito cidadãos com 15 ou mais anos de idade.

Imagem: DR Ponto de Situação

O Anuário do Inquérito sobre Emprego em Angola (IEA) datado de  15 de Abril de 2026, apresenta a caracterização da população em relação ao mercado de trabalho no período de 2025.

O documento indica que, 13.366.038 (treze milhões, trezentos e sessenta e seis mil e trinta e oito) pessoas empregadas, 6.627.344 (seis milhões, seiscentos e vinte e sete mil, trezentos e quarenta e quatro) são homens e 6.738.694 (seis milhões, setecentos e trinta e oito mil, seiscentos e noventa e quatro) mulheres.

Os dados revelam que ainda são visíveis desigualdades no acesso ao mercado de trabalho. Os homens registaram uma taxa de ocupação de 65,4%, acima dos 62,0% observados entre as mulheres.

Segundo o INE, em 2025, as zonas rurais apresentaram maior inserção laboral, com uma taxa de 75,8%, enquanto nas áreas urbanas a taxa situava-se nos 58,0%, com registo de uma diferença de 17,8 pontos percentuais.

No segmento jovem, com idades entre os 15 e os 24 anos, 39,9% encontram-se empregados, o que evidencia um desafio persistente no que diz respeito à empregabilidade desta faixa etária.

O relatório aponta ainda que a província do Huambo registou a maior taxa de emprego no período em análise, com 81,2%, enquanto que a Lunda-Norte apresentou a taxa mais baixa, com 49,7%.

Relativamente à população empregada com 18 ou mais anos, o INE estima um total de 12.658.386 (doze milhões, seiscentos e cinquenta e oito mil, trezentos e oitenta e seis) pessoas, das quais 6.274.861(seis milhões, duzentos e setenta e quatro mil, oitocentos e sessenta e um) são homens e 6.383. 524 (seis milhões, trezentos e oitenta e três mil, quinhentos e vinte e quatro) mulheres.

Ainda de acordo com o instituto, a taxa de emprego dos homens em 2025 foi de 72,0%, superior à das mulheres, que se fixou em 67,2%.

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