EJACULAÇÃO PRECOCE PREOCUPA CIDADÃOS ANGOLANOS
O fenómeno ligado a saúde sexual, popularmente conhecido como ejaculação precoce, tem tomado dimensões reais e cidadãos recorrem a estimulantes sexuais para fugir da situação.

O portal Ponto de Situação foi até as ruas da cidade capital em busca da opinião dos populares sobre a temática que segundo alguns, é responsável por embaraços dentro de diversos relacionamentos.
Enquanto alguns intervenientes conhecem o assunto e têm uma concepção formada sobre as possíveis causas e consequências, Nelson Dala de 24 anos de idade, revelou nunca ter ouvido falar sobre a ejaculação precoce e absteve-se de comentar sobre o assunto por ser desconhecido para si.
Por outro lado, Manuel Alfredo de 34 anos, acredita que a ejaculação acontece de maneira precoce por falta de maturidade nos relacionamentos conjugais, com realce a menor idade.
“Não é normal que uma criança de apenas 12 anos tenha relações sexuais, estamos diante de um acto precoce”, frisou descontente com a situação.
Manuel destacou ainda que “a educação e a informação são as ferramentas certas para ajudar a combater esta problemática” e recomenda a procura dos profissionais da saúde quando deparados com a situação em causa.
O um distúrbio sexual revela-se como causador de frustração para alguns homens, que têm recorrido ao uso de medicamentos, convencionais ou tradicionais, para melhorar o seu desempenho durante o acto sexual.
António Bondoso, de 52 anos de idade, conta que seu irmão perdeu a vida por conta de um ataque cardíaco provocado pelo uso de estimulantes sexuais, e realça que este fenómeno real decorre em alguns casos na busca da satisfação da parceira. O mesmo desaconselha o uso de tais métodos e realça “continue com a força que Deus te deu”.
Para Pedro Afonso, de 36 anos, o uso de bebidas alcoólicas, a adesão à conteúdos pornográficos e o estresse são as principais causas da ejaculação precoce.
Pedro lembrou que a ejaculação precoce “não afecta apenas o homem, mas também a mulher”, quando a expectativa não se realiza.
O entrevistado aconselha a quem esteja a passar por esta situação a não se fechar e a “procurar um especialista para dar solução ao problema”.