ROMANCE TERMINA EM MORTE: MULHER SUSPEITA DE MATAR MARIDO COM FACA APÓS CINCO ANOS DE CONVIVÊNCIA
Uma mulher de 29 anos de idade, identificada como Fátima António, é suspeita de ter morto o marido, Miguel Lopes Bande, de 38 anos, com recurso a uma faca de cozinha, após cinco anos de convivência conjugal.
De acordo com as autoridades, o casal encontrava-se separado há cerca de um ano. O crime terá ocorrido no dia 30 de Janeiro de 2026, no interior de uma residência situada no município de Viana, bairro Pingo D’Água, rua 11 de Novembro.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC), em Luanda, apresentou nesta terça-feira, 10 de Fevereiro, nas instalações do Comando Municipal de Viana, Fátima António, acusada do crime de homicídio qualificado, em razão da qualidade da vítima.
Segundo informações oficiais, a detenção ocorreu minutos depois de a suspeita ter tentado simular um suposto suicídio da vítima. No entanto, os efectivos do SIC afectos ao município de Viana descartaram essa versão e procederam à detenção da implicada.
O porta-voz do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SIC-Luanda, Fernando Carvalho, disse ao Ponto de Situação que, numa fase inicial, foram recebidas informações que apontavam para um possível suicídio. Todavia, a perícia preliminar ao cadáver revelou sinais evidentes de violência, incompatíveis com essa versão.
As investigações em curso indicam ainda que da relação entre a vítima e a suspeita resultou um filho, actualmente com oito anos de idade. Relatos apontam que terá sido a própria suspeita a comunicar o óbito à família, alegando inicialmente causas ligadas a problemas sociais.
PRINCIPAL SUSPEITA NEGA ENVOLVIMENTO, FAMILIARES CLAMAM POR JUSTIÇA
Em declarações às autoridades, Fátima António negou as acusações, tendo avançado, não ter qualquer envolvimento na morte do ex-companheiro.
“Eu não o matei, não sei de nada”, declarou a suspeita.
Por sua vez, a mãe da vítima afirmou acreditar que Fátima António é a responsável pela morte do filho, manifestando dor e inconformação face ao ocorrido. Visivelmente abalada, a progenitora apelou por justiça.





































