DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA DESTACA DESAFIOS DA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
O mundo assinala, a 03 de Maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, instituído pela UNESCO em 1993, numa altura em que os desafios impostos pela inteligência artificial, desinformação e notícias falsas colocam novas exigências ao exercício do jornalismo e à garantia do direito à informação.
Em 2026, a efeméride é celebrada sob o lema dedicado à liberdade de expressão face à revolução da inteligência artificial, evidenciando o impacto crescente das novas tecnologias no ecossistema mediático global, com reflexos políticos, económicos e sociais.
Considerada um bem público, a informação exige rigor, ética e transparência, bem como a viabilidade económica dos órgãos de comunicação social e o reforço da literacia mediática e digital.
Neste contexto, torna-se fundamental combater fenómenos como a desinformação, a pós-verdade e as notícias falsas, que afectam a credibilidade da informação.
Em Angola, a Constituição consagra a liberdade de expressão e de informação, reafirmando o compromisso com o Estado democrático de direito, o pluralismo e a participação cidadã.
Em alinhamento com estes princípios, o Executivo, através do sector das telecomunicações, tecnologias de informação e comunicação social, tem implementado programas que visam fortalecer o sector, com destaque para a formação de profissionais, modernização tecnológica e melhoria das condições sociais dos jornalistas.
Entre as acções em curso constam ainda o reforço do quadro jurídico, a facilitação do acesso às fontes de informação e a promoção da ética e deontologia na prática jornalística.
O Executivo angolano reafirma, assim, o seu compromisso com o fortalecimento da liberdade de imprensa e apela aos profissionais da comunicação social para um exercício cada vez mais responsável, rigoroso e isento, contribuindo para a paz, unidade nacional e desenvolvimento do país.
A celebração da data constitui uma oportunidade de reflexão sobre a importância de garantir uma imprensa livre, responsável e capaz de responder aos desafios actuais, sobretudo num contexto marcado pela influência da inteligência artificial e pela crescente disseminação de desinformação.





































