REMOÇÃO DE MINAS NO ESTREITO DE ORMUZ PODE DEMORAR ATÉ SEIS MESES, ALERTA PENTÁGONO
O Pentágono afirmou que a eventual operação de desminagem no Estreito de Ormuz poderá levar até seis meses, destacando a complexidade técnica e os riscos associados à remoção de engenhos explosivos numa das rotas marítimas mais estratégicas do mundo.
Segundo fontes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o processo de retirada de minas marítimas naquela região exige um esforço coordenado e altamente especializado, envolvendo navios de guerra, drones subaquáticos e equipas de mergulhadores treinados.
O Estreito de Ormuz é uma via crucial para o transporte global de petróleo, sendo responsável por uma parcela significativa do comércio energético mundial.
As autoridades norte-americanas sublinham que a operação não depende apenas de meios militares, mas também de condições de segurança adequadas, uma vez que a presença de minas representa uma ameaça directa à navegação comercial e militar. Além disso, factores como a profundidade das águas, correntes marítimas e a possível dispersão irregular dos explosivos tornam o processo mais moroso.
Especialistas indicam que qualquer intervenção deverá ser feita com extrema cautela para evitar acidentes e garantir a reabertura segura da rota. A duração estimada de até seis meses reflecte não só a complexidade técnica da missão, mas também a necessidade de cooperação internacional para assegurar a estabilidade na região.





































