COMANDANTE-GERAL PROJECTA POLÍCIA DE EXCELÊNCIA TECNOLÓGICA E MAIS PRÓXIMA DO CIDADÃO

O Comandante-Geral da Polícia Nacional de Angola, Comissário-Geral Francisco Monteiro da Silva, garantiu que o futuro da corporação passa pela excelência tecnológica e pelo reforço do policiamento comunitário, numa altura em que faz um balanço positivo do trabalho desenvolvido por este órgão afecto ao Ministério do Interior.

Imagem: Polícia Nacional de Angola (Facebook)

Fundada a 28 de Fevereiro de 1976, a Polícia Nacional assinala, este sábado, o seu 50º aniversário. Ao olhar para as acções desencadeadas até ao momento, o Comissário-Geral Francisco Monteiro da Silva afirmou, no acto central das festividades, realizado no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais General Osvaldo de Jesus Serra Van-Dúnem, estar satisfeito com os resultados alcançado.

“Vivemos um momento de modernização sem precedentes. Investimos na formação contínua, no apetrechamento técnico e na digitalização dos nossos serviços para melhor responder aos desafios do crime transnacional e da segurança de proximidade”, revelou.

O Comandante-Geral avançou que, actualmente, fruto do trabalho levado a cabo, a actuação dos efectivos apresenta um cariz mais técnico, mais humanizado e mais próximo do cidadão, comparativamente ao passado.

Ao projectar os próximos 50 anos, o Comandante-Geral perspectiva uma corporação assente na excelência tecnológica e no reforço do policiamento comunitário. Com estes objectivos, acredita que a população sentir-se-á cada vez mais segura para empreender, estudar e viver em pleno.

No momento em que a corporação celebra o seu Jubileu de Ouro, o responsável recordou que a história da polícia se confunde com a do país. Ao longo dos anos, frisou, os efectivos souberam garantir a ordem e a tranquilidade públicas.

O acto, presidido pelo Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, General Francisco Pereira Furtado, em representação do Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas e Presidente da República, João Lourenço, contou, entre outras individualidades, com a presença do Ministro do Interior, Manuel Gomes da Conceição Homem.

A cerimónia foi igualmente acompanhada por responsáveis dos órgãos de defesa e segurança a nível nacional, bem como por representantes de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral.

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